Guia de destino
Sem enrolação: visto, época certa de comprar, onde ficar e como comparar preços de verdade.
Brasil não está no programa de isenção de visto dos EUA — ou seja, não dá pra entrar só com passaporte, mesmo que a viagem seja curta e só a turismo. É preciso o visto de turista (B1/B2), que costuma durar anos depois de aprovado (então geralmente é um processo que você faz uma vez só). Vale resolver isso antes de comprar qualquer coisa — passagem e hospedagem só valem a pena reservar depois que o visto está encaminhado.
Pra Orlando, os preços costumam ficar mais em conta fora de julho (férias escolares) e do período entre Natal e Ano Novo — os dois picos de alta temporada mais fortes pra quem sai do Brasil. Comprar com 2 a 4 meses de antecedência costuma dar o melhor equilíbrio entre preço e disponibilidade de datas.
Como o preço muda de um dia pro outro, o ideal é comparar direto no momento da compra, não confiar num valor "médio" que você viu em algum lugar.
Orlando não tem transporte público que cubra bem os parques e bairros turísticos. Se o hotel não tiver transporte próprio incluso, alugar um carro costuma sair mais em conta do que depender de aplicativo o tempo todo, principalmente em grupo.